Como é bom,
Poder redescobrir a sinceridade do sorriso,
Fechando os olhos,
E sentindo,
A cada instante,
A claridade novamente tocando a pele...
A sutileza de cada um dos movimentos,
Congelando o tempo,
Trazendo o tão sonhado sentido,
Quando este não faz mais sentido...
Apagando todas as luzes,
Escondendo as sombras nas suas próprias sombras...
Aos que aceitaram as desculpas,
Confiar o viver,
Ignorando os poetas.
Agradecer ao passado,
Lembrando-se dele,
Apenas quando sobre uma mesa,
Defendendo-se de suas tentativas...
Suprindo-me das cinzas,
Jogando fora o que sobrou,
Deixando para quem as quiser enterrar,
Oferecendo as flores,
Os votos,
A força.
A espera ansiosa,
Por cada novo momento,
Desenhado cuidadosamente,
Em cada pôr do sol...
E lá no final,
Um foco de luz,
Passando,
Por entre os espinhos,
Mostrando o novo caminho...
M. Fróes
07/09/2006
Poder redescobrir a sinceridade do sorriso,
Fechando os olhos,
E sentindo,
A cada instante,
A claridade novamente tocando a pele...
A sutileza de cada um dos movimentos,
Congelando o tempo,
Trazendo o tão sonhado sentido,
Quando este não faz mais sentido...
Apagando todas as luzes,
Escondendo as sombras nas suas próprias sombras...
Aos que aceitaram as desculpas,
Confiar o viver,
Ignorando os poetas.
Agradecer ao passado,
Lembrando-se dele,
Apenas quando sobre uma mesa,
Defendendo-se de suas tentativas...
Suprindo-me das cinzas,
Jogando fora o que sobrou,
Deixando para quem as quiser enterrar,
Oferecendo as flores,
Os votos,
A força.
A espera ansiosa,
Por cada novo momento,
Desenhado cuidadosamente,
Em cada pôr do sol...
E lá no final,
Um foco de luz,
Passando,
Por entre os espinhos,
Mostrando o novo caminho...
M. Fróes
07/09/2006


0 Comments:
Post a Comment
<< Home