A cada dia, no presente de agora,
Revisito a palavra, rima de outrora,
Alimentando também meu passado,
Cobrando de mim, lado a lado.
A palavra que alimenta a alma,
Dançando em versos, na palma,
É aquela que não respeita o mestre,
Costurando a própria métrica que veste.
Quisera eu ter nascido poeta,
E a cada partida, a palavra certa,
Ilustrar o sentido da caminhada,
Antes de viajar, conhecer a estrada.
Mas a linha, por vezes, foi pesarosa,
Mesmo quando em versos, em prosa,
Palavras em chamado sem sobreaviso,
Improvisando a própria vida com improviso.
No vazio da completa indisciplina,
Regando a ignorância com adrenalina,
Cumprindo minha íntima regra,
Fingindo para mim ser um poeta.
Resignificando adiante as palavras,
Envolvendo em rimas as escalavras,
Desenhando novamente os desvios,
Reescrevendo atento os avios.
m. froes
08/05/2019
Revisito a palavra, rima de outrora,
Alimentando também meu passado,
Cobrando de mim, lado a lado.
A palavra que alimenta a alma,
Dançando em versos, na palma,
É aquela que não respeita o mestre,
Costurando a própria métrica que veste.
Quisera eu ter nascido poeta,
E a cada partida, a palavra certa,
Ilustrar o sentido da caminhada,
Antes de viajar, conhecer a estrada.
Mas a linha, por vezes, foi pesarosa,
Mesmo quando em versos, em prosa,
Palavras em chamado sem sobreaviso,
Improvisando a própria vida com improviso.
No vazio da completa indisciplina,
Regando a ignorância com adrenalina,
Cumprindo minha íntima regra,
Fingindo para mim ser um poeta.
Resignificando adiante as palavras,
Envolvendo em rimas as escalavras,
Desenhando novamente os desvios,
Reescrevendo atento os avios.
m. froes
08/05/2019


0 Comments:
Post a Comment
<< Home