Podem até desligar o nosso som,
Transformar nossa lágrima em algoz,
Só que não calarão nossa voz,
Fazer história sempre foi nosso dom.
Podem tentar sujar nossa trajetória,
Mas não podem apagar nossa memória,
Se for para acender outra vela,
A cada uma acesa, um novo verso se revela.
Pra ser feliz não precisamos de anuência,
O nosso samba sempre foi de resistência,
Na sua identidade sempre teve a nossa digital,
Da sua ignorância, fazemos nosso instrumental.
A cada “Silva” que vocês nos levam,
Nosso enredo e andamento se elevam,
Ecoando nos peitos do nosso povo,
Entoando a queda de vocês de novo.
Pode tentar sujar nossa trajetória,
Mas não pode apagar nossa memória,
Se for para acender outra vela,
A cada uma acesa, um novo verso se revela.
m. froes
27/04/2019
Transformar nossa lágrima em algoz,
Só que não calarão nossa voz,
Fazer história sempre foi nosso dom.
Podem tentar sujar nossa trajetória,
Mas não podem apagar nossa memória,
Se for para acender outra vela,
A cada uma acesa, um novo verso se revela.
Pra ser feliz não precisamos de anuência,
O nosso samba sempre foi de resistência,
Na sua identidade sempre teve a nossa digital,
Da sua ignorância, fazemos nosso instrumental.
A cada “Silva” que vocês nos levam,
Nosso enredo e andamento se elevam,
Ecoando nos peitos do nosso povo,
Entoando a queda de vocês de novo.
Pode tentar sujar nossa trajetória,
Mas não pode apagar nossa memória,
Se for para acender outra vela,
A cada uma acesa, um novo verso se revela.
m. froes
27/04/2019


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