Apenas palavras soltas...
Em seu andar,
Mais uma vez os olhos refletem,
A imagem do inevitável,
Do passar das horas,
E dos dias,
E dos céus...
Nada nos segundos,
E em planos para o amanhecer,
Em seu peito a morte declarada,
Debaixo de uma sombra tenta se convencer...
Segura-se em mãos frágeis,
Arranhando seus pulsos,
Banhando o próprio ser...
A partida de um coração,
A cada momento,
E a poeira lavando cada canto novo,
Vazio,
Soprada pelo vento...
As águas fogem às margens,
Desfazendo os caminhos nunca traçados,
Cuidadosamente desenhados pelo ontem...
O futuro está a sua frente,
Através de um violão é capaz de ver,
Notas e poesias falsas,
Como quem observa pássaros de baixo,
Vendo-se em asas...
De olhos fechados,
Sobre o verde das sombras,
Desejando nunca ter ouvido o canto,
Arriscando a própria alma,
E vendo partir em direção à vida...
Com as mãos trêmulas,
E a coragem que lhe resta,
Contando suas façanhas quase conseguidas,
Às árvores e paredes,
Esperando a hora de viver...
M.fróes
08/02/2007
Mais uma vez os olhos refletem,
A imagem do inevitável,
Do passar das horas,
E dos dias,
E dos céus...
Nada nos segundos,
E em planos para o amanhecer,
Em seu peito a morte declarada,
Debaixo de uma sombra tenta se convencer...
Segura-se em mãos frágeis,
Arranhando seus pulsos,
Banhando o próprio ser...
A partida de um coração,
A cada momento,
E a poeira lavando cada canto novo,
Vazio,
Soprada pelo vento...
As águas fogem às margens,
Desfazendo os caminhos nunca traçados,
Cuidadosamente desenhados pelo ontem...
O futuro está a sua frente,
Através de um violão é capaz de ver,
Notas e poesias falsas,
Como quem observa pássaros de baixo,
Vendo-se em asas...
De olhos fechados,
Sobre o verde das sombras,
Desejando nunca ter ouvido o canto,
Arriscando a própria alma,
E vendo partir em direção à vida...
Com as mãos trêmulas,
E a coragem que lhe resta,
Contando suas façanhas quase conseguidas,
Às árvores e paredes,
Esperando a hora de viver...
M.fróes
08/02/2007


0 Comments:
Post a Comment
<< Home