Quem em vida minha,
Em lágrimas não se fez,
Quando em pranto desabei,
Não compartindo a agonia,
Que na minha despedida,
Não mande flores nem adeus,
Silencie palavras e lembranças,
Daquilo que não viveu.
Quem em sorrisos não sorriu,
Nos meus risos e alegria,
Ao longe mal ouvia,
E num abraço não dividiu,
Que não venha ao meu encontro,
Em meu leito,
Meu descanso,
Se não for pra partir também.
Que o tempo que eu conheço,
Não se confunda em apreço,
Em amizade que, talvez,
Tenha existido no começo.
Mesmo que poucos,
Em lágrimas não se fez,
Quando em pranto desabei,
Não compartindo a agonia,
Que na minha despedida,
Não mande flores nem adeus,
Silencie palavras e lembranças,
Daquilo que não viveu.
Quem em sorrisos não sorriu,
Nos meus risos e alegria,
Ao longe mal ouvia,
E num abraço não dividiu,
Que não venha ao meu encontro,
Em meu leito,
Meu descanso,
Se não for pra partir também.
Que o tempo que eu conheço,
Não se confunda em apreço,
Em amizade que, talvez,
Tenha existido no começo.
Mesmo que poucos,
Quero soluços sinceros,
Abraços saudosos,
Olhares honestos.
m. froes
15/03/2013


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