A Verdade Sobre o Silêncio
Ouve, o silêncio tem muito a
dizer. Confia, palavras não
pensam. Vê, há algo aí. Sê, mas,
por inteiro. Olhos cansados, déjà vu, anedotas de sempre, de agora. Não há como
esconder. Está aos versos, cantado, entoado, desde quando não se pode lembrar.
Sente, há mais a saber. Percebe, sem presunções, não respondem. Ao lado,
parado, importa poupar, rugas não assustam mais. Acredita, quantas vezes
preciso for, prosas e versos por amor. Convence, nada além do próprio bem.
Respira, Leal por essência, nome não passa de aparência. Compreende, não há
acaso. Escuta, o som do tempo, não há perdão. Rancor, não se doma, não há
permissão, Maria, José, Arnaldo, João. Tempo, ao lado, na rua, em frente, na
mesma direção. Sabedoria, sinônimo, ou não. Deduz, mágoa ou emulação?
m. froes
22/04/2013


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