Perdidas...
Os dias mudaram,
O sol já não morre mais,
Os olhos esqueceram-se do perdão,
Amar já não é mais castigo...
Horizontes que tangem o nada,
O acaso desconhecido,
Sabem que o segredo,
Mesmo que em noites extintas,
Não passa de um segredo...
Ouço cada som de uma voz,
Que pensava não mais existir,
Ao menos dentro das esperanças,
Que despertavam em verões distantes...
Regressar ao impossível,
Aos saltos inocentes,
Às palavras sem sentido,
E ao simples “por quê?”.
O que há de errado em sonhar?
Já esperei demais,
Sentado sobre o próprio corpo,
Com as palmas das mãos úmidas,
Sobre a tão preciosa visão,
E nada mais...
Estarei na próxima saída,
Deixando como consolo,
Apenas a saudade,
Que nunca deixará de ser saudade,
No relento amargo do meu mundo,
E em nenhum mais...
A vingança ao próprio ser,
Ao próprio sentimento,
Sem sorrisos,
Sem sentido,
Desde a sua essência...
M. fróes
09/01/2008
O sol já não morre mais,
Os olhos esqueceram-se do perdão,
Amar já não é mais castigo...
Horizontes que tangem o nada,
O acaso desconhecido,
Sabem que o segredo,
Mesmo que em noites extintas,
Não passa de um segredo...
Ouço cada som de uma voz,
Que pensava não mais existir,
Ao menos dentro das esperanças,
Que despertavam em verões distantes...
Regressar ao impossível,
Aos saltos inocentes,
Às palavras sem sentido,
E ao simples “por quê?”.
O que há de errado em sonhar?
Já esperei demais,
Sentado sobre o próprio corpo,
Com as palmas das mãos úmidas,
Sobre a tão preciosa visão,
E nada mais...
Estarei na próxima saída,
Deixando como consolo,
Apenas a saudade,
Que nunca deixará de ser saudade,
No relento amargo do meu mundo,
E em nenhum mais...
A vingança ao próprio ser,
Ao próprio sentimento,
Sem sorrisos,
Sem sentido,
Desde a sua essência...
M. fróes
09/01/2008


2 Comments:
enquano eu viver, e continuar não entendendo o sentido de algumas coisas, continuarei cantando.
essa provavelmente sempre será a minha sina. :(
de todos, talvez...
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