Partidas e despedidas
Em inverno latente,
Desaparecem os porquês,
E esqueço-me do meu próprio nome,
De quem já fui...
Como pode?
Tenores entoam as despedidas,
Num palco sem platéia,
Sem notas,
E os minutos já não estão nos pulsos...
Partem os retratos,
A confiança,
Para longe ou nunca mais,
Ficam as promessas,
Nada além de palavras...
Serei o meu silêncio,
Meus olhos falarão por mim,
E não voltarei a errar,
A me enganar...
Darei meus sonhos cegos,
Doses de ilusões,
E partirei sem medo,
Ao primeiro grito que,
Na minha própria sombra,
Acorde-me em fúria.
m. fróes
19/03/2009
Desaparecem os porquês,
E esqueço-me do meu próprio nome,
De quem já fui...
Como pode?
Tenores entoam as despedidas,
Num palco sem platéia,
Sem notas,
E os minutos já não estão nos pulsos...
Partem os retratos,
A confiança,
Para longe ou nunca mais,
Ficam as promessas,
Nada além de palavras...
Serei o meu silêncio,
Meus olhos falarão por mim,
E não voltarei a errar,
A me enganar...
Darei meus sonhos cegos,
Doses de ilusões,
E partirei sem medo,
Ao primeiro grito que,
Na minha própria sombra,
Acorde-me em fúria.
m. fróes
19/03/2009

