Mesmo não sendo meu direito, contraventor da lógica, insisto em sorrir. De peito aberto ao combate, à vida, danço com o absurdo de ser. Se não pude escolher, que eu possa desaprovar. Não me cabe o cinismo celeste!
Que me retire a minha escolha o que me deste a minha revelia.
É o meu ser mais domado, revirado em esporas. Brinco no pleno da angústia, e brigo em desatino com a atuação.
Ser ao lado é ser em si, não abraçar o "último", respirar o verde.
Não preciso perder as contas, contar com o que não se pode contar. Que o foco seja nítido e aberto, na medida do meu chão.
m.froes
01/12/2016
Que me retire a minha escolha o que me deste a minha revelia.
É o meu ser mais domado, revirado em esporas. Brinco no pleno da angústia, e brigo em desatino com a atuação.
Ser ao lado é ser em si, não abraçar o "último", respirar o verde.
Não preciso perder as contas, contar com o que não se pode contar. Que o foco seja nítido e aberto, na medida do meu chão.
m.froes
01/12/2016

