Não sei mais escrever...
As mãos tremem,
Pagando por um dia terem sido covardes.
Os olhos enrijecidos,
Não faz mais sentido...
A repetição que,
Não acompanha mais os sentimentos...
Imploro pelas desculpas,
Dos poucos que ainda restam...
O desejo reprimido,
De queimar,
Uma por uma,
Apagando de vez,
Restando apenas as lembranças esquecidas...
Tantas lendas,
Tantos mitos,
É difícil mesmo sofrer sozinho.
Onde estarão os que já choraram?
Será que existem?
Talvez estejam também à minha procura,
Mais perto do que se possa imaginar,
Mesmo sabendo que não os ajudarei...
A cada passo,
Uma nova surpresa,
Reacendendo a tão apagada esperança,
Trazendo em cada suspiro,
Ar renovado ao coração.
Talvez não fosse o fim,
Fosse apenas o meio,
Clareando a sorte,
E trazendo-a delicadamente...
M. Fróes
22/08/2006 - 24/08/2006
Pagando por um dia terem sido covardes.
Os olhos enrijecidos,
Não faz mais sentido...
A repetição que,
Não acompanha mais os sentimentos...
Imploro pelas desculpas,
Dos poucos que ainda restam...
O desejo reprimido,
De queimar,
Uma por uma,
Apagando de vez,
Restando apenas as lembranças esquecidas...
Tantas lendas,
Tantos mitos,
É difícil mesmo sofrer sozinho.
Onde estarão os que já choraram?
Será que existem?
Talvez estejam também à minha procura,
Mais perto do que se possa imaginar,
Mesmo sabendo que não os ajudarei...
A cada passo,
Uma nova surpresa,
Reacendendo a tão apagada esperança,
Trazendo em cada suspiro,
Ar renovado ao coração.
Talvez não fosse o fim,
Fosse apenas o meio,
Clareando a sorte,
E trazendo-a delicadamente...
M. Fróes
22/08/2006 - 24/08/2006

