Monday, April 22, 2013

A Verdade Sobre o Silêncio


Ouve, o silêncio tem muito a dizer.  Confia, palavras não pensam.  Vê, há algo aí. Sê, mas, por inteiro. Olhos cansados, déjà vu, anedotas de sempre, de agora. Não há como esconder. Está aos versos, cantado, entoado, desde quando não se pode lembrar. Sente, há mais a saber. Percebe, sem presunções, não respondem. Ao lado, parado, importa poupar, rugas não assustam mais. Acredita, quantas vezes preciso for, prosas e versos por amor. Convence, nada além do próprio bem. Respira, Leal por essência, nome não passa de aparência. Compreende, não há acaso. Escuta, o som do tempo, não há perdão. Rancor, não se doma, não há permissão, Maria, José, Arnaldo, João. Tempo, ao lado, na rua, em frente, na mesma direção. Sabedoria, sinônimo, ou não. Deduz, mágoa ou emulação?

m. froes
22/04/2013