Após o pôr-do-sol
Agora reflito com calma,
Arrumando o silêncio,
Colocando-o para deitar,
Sobre o seu leito de angústia,
Tão evidente aos olhos,
E tão oculto à razão...
Sentado sobre uma janela,
Observo o congelar do tempo,
A tela dos céus,
Delicadamente desenhada,
E o desejo de nunca ter sonhado...
O secar das lágrimas,
O vazio dos pulsos,
Imploram pelos choros inocentes,
Que um dia roguei por cessar...
À minha frente,
Léguas de desejos,
Prontos para sangrar em agonia,
Escorrendo por entre as sombras,
Confortando o sorriso,
Apenas tentativas...
Em chamas incandescentes,
Deixo o ontem e o agora,
Guardando os sopros do passado,
Mesmo sabendo que,
O amanhã não passará do próximo pôr-do-sol.
M. fróes
07/07/2007
Arrumando o silêncio,
Colocando-o para deitar,
Sobre o seu leito de angústia,
Tão evidente aos olhos,
E tão oculto à razão...
Sentado sobre uma janela,
Observo o congelar do tempo,
A tela dos céus,
Delicadamente desenhada,
E o desejo de nunca ter sonhado...
O secar das lágrimas,
O vazio dos pulsos,
Imploram pelos choros inocentes,
Que um dia roguei por cessar...
À minha frente,
Léguas de desejos,
Prontos para sangrar em agonia,
Escorrendo por entre as sombras,
Confortando o sorriso,
Apenas tentativas...
Em chamas incandescentes,
Deixo o ontem e o agora,
Guardando os sopros do passado,
Mesmo sabendo que,
O amanhã não passará do próximo pôr-do-sol.
M. fróes
07/07/2007

